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Descubra o cão que combina com você
Author :: APA Varginha
Date :: Fri 02/10/2009 @ 05:30
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Saiba quais são as raças mais companheiras para crianças, jovens, adultos,
idosos, quem mora sozinho, com a família, em casa e em apartamento
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Ter um cachorro em casa pode ser tudo de bom para quem quer companhia. Dóceis, calmos ou sapecas, os cães costumam doar e compartilhar emoções de forma sincera sem pedir muito em troca, além de comida e carinho.
Às vezes, no entanto, essa relação prazerosa é prejudicada por falta de tempo, local inadequado ou estilos incompatíveis entre cão e dono. Por isso, antes de comprar ou adotar um cachorro, saiba qual raça combina melhor com o seu estilo de vida.
A reportagem do R7 listou, com a ajuda do médico veterinário e vice-presidente da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária, Zohair Saliem Sayegh, os animais que melhor podem se adequar à sua rotina.
Veja quais raças são ótimas referências para conviver com crianças, jovens, adultos ou idosos, para quem mora em casa ou apartamento, sozinho ou com a família, e até para aventureiros que gostam de viajar com o seu pet.
O veterinário faz algumas recomendações importantes para antes e depois da escolha do bicho de estimação. Veja abaixo:
1 - Não compre por impulso. O cachorro é um ser vivo, não um objeto
2 - Conheça vários canis antes de comprar. O vendedor ressalta as qualidades do animal, mas esconde os defeitos. Alguns, no entanto, como pulgas e sarna, são visíveis
3 - Consulte um veterinário após a compra ou adoção, para conferir o estado real de saúde do bicho
4 - Mantenha a caderneta de vacinação do cão em dia
Para quem mora sozinho
O cão ideal para quem vive sozinho e fica horas fora de casa é aquele que faz o tipo independente, ou seja, que consegue ficar horas sem companhia, numa boa, à espera do dono. Sayegh recomenda três raças: collie, golden retriever e dachshund (o famoso “salsichinha”).
O comportado collie, apesar do porte avantajado, fica sozinho por horas sem fazer bagunça, sofrer ou chorar. Conhecido no cinema pelo personagem Lassie, ele só muda de comportamento quando está com o dono. Na presença dele, faz o tipo devotado, seguindo-o por toda parte, o que o caracteriza como um grande companheiro.
Da mesma forma é o golden retriever. Calmo e muito doce, ele brinca com qualquer objeto que tenha à disposição até o dono chegar. Tranquilão e elegante, o bicho pode ainda render uma boa paquera do tipo “qual é o telefone do cachorro?” ao dono que aproveitar para se exibir durante uma caminhada. Para criar ambos os cães com o mínimo de cuidado, mesmo sem muito convívio diário, é necessário escová-los todos os dias, pois são muito peludos.
Caso o morador solitário prefira um cachorro pequeno, o salsichinha é uma boa escolha. Bem independente, ele consegue ficar horas sem companhia, brincando sozinho. Quando o dono aparece, ele se agita e libera a energia acumulada.
Um exemplo de animal que pode dar trabalho ao morador solteiro é o labrador. Mesmo parecido com o golden, ele não se encaixa nesse perfil por dois detalhes essenciais: ele não gostar de ficar sozinho e precisa passear diariamente, caso contrário, se torna birrento e obeso.
De acordo com o veterinário, o labrador tende a roer e destruir objetos para preencher o tempo quando está sozinho. E se ficar sem fazer atividades físicas, pode engordar a ponto de sofrer problemas de artrite por causa do peso em excesso. A boa notícia é que a mania de destruição, típica da raça, pode acabar na fase adulta ou depois da castração.
Para quem mora com família e crianças
Os cães de companhia podem trazer ótimas formas de convívio em lares onde moram crianças. Raças pequenas como o maltês, o shih tzu, lhasa apso e o poodle costumam brincar com os pequenos de forma festiva, rolando no chão, sem usarem muita força, o que poderia machucá-los. Mas, segundo o veterinário, a criança pode também ter contato com animais maiores e até mais ferozes, desde que não se aproxime deles com agressividade.
- Se elas brincarem com agressividade, ele [o animal] responderá da mesma forma e, aí sim, claro, pode até mutilar.
Se a criança for um bebê que acabou de chegar ao lar, não há necessidade de privá-la do contato com o cachorro da casa. O ideal é ir deixando o animal se aproximar do berço aos poucos, sem reprimi-lo. Fechar portas ou impedi-lo de andar em locais em que ele estava acostumado a passar o deixará estressado.
Para quem mora em apartamento
Para Sayegh, não há grandes problemas em criar animais de estimação em apartamentos, desde que o tamanho do animal seja compatível com o do imóvel. Um cachorro de 40kg, por exemplo, vai fazer ao menos de dois a três litros de xixi por dia.
- Imagine isso em um apartamento não muito grande. Se ele não sair o tempo todo, ninguém consegue passar nem da porta, por causa do cheiro.
Se o cão só sair aos fins de semana para passear, ele pode ainda apresentar comportamento rebelde e sofrer queda exagerada dos pelos por causa do estresse de viver em um espaço reduzido. Por isso, o veterinário não recomenda criar raças muito grandes, tipo são bernardo e fila, em um apartamento de até 100 m2. Cães de companhia, ou de porte médio, como o beagle, podem ser criados sem problemas em apartamentos pequenos, médios ou grandes.
Para quem mora em casa
Uma casa com quintal ainda parece ser o melhor lugar para se criar um cachorro, certo? Nem sempre. A casa, espaçosa ou não, pode tanto melhorar o bem-estar do cachorro e sua relação com o dono quanto deixar o cão fora da convivência familiar. Se a família larga o bicho no quintal e só o vê quando leva comida, ele fica descuidado e carente.
Para mudar esse comportamento, o veterinário recomenda aos donos conviver com os animais limpos e asseados dentro da casa. A relação mais próxima entre homens e animais domésticos é uma forma saudável de troca de carinho, de acordo com Sayegh.
Na hora de escolher o cachorro para viver na sua casa, vale seguir a mesma regra do tamanho compatível. Os cães de companhia, aqueles considerados de bom comportamento, ou os de raças maiores são bem-vindos desde que tenham à disposição locais para fazerem as necessidades fisiológicas e caminharem.
Outra sugestão válida para casas são os cães de guarda. Em tempos de violência urbana, contar com eles pode ser uma escolha boa e barata. Cães das raças pastor alemão, rottweiller, fila brasileiro, boxer e dálmata são os melhores para colocar possíveis ladrões para correr, de acordo com o veterinário. Os últimos dois, apesar de serem brincalhões, metem medo pelo porte avantajado.
Os cães que combinam com idosos
Os campeões de audiência entre os idosos vão desde os de pequeno porte, como o shih tzu, lhasa apso e maltês, aos grandes, como o labrador. O último, além de ser um supercompanheiro, pode servir de cão-guia para idosos com dificuldades de locomoção ou que estejam com a visão prejudicada.
Diferente da pessoa que mora sozinha e precisa ter um animal mais independente, o idoso, que tem mais tempo disponível para ficar em casa, pode se afinar com um animal que adore ficar aos seus pés ou no seu colo enquanto ele assiste à televisão, por exemplo. Os de pequeno porte podem ser as melhores companhias, pois, assim como com as crianças, não usam muita força ao interagir com os seus donos.
A convivência entre animais e idosos pode ainda ser benéfica à saúde. Segundo o veterinário, a atenção do animal atua diretamente na melhora da autoestima e na vontade de viver de seu dono, já que muitos idosos ficam sozinhos ao longo do dia. Pesquisas já comprovaram os mesmos resultados em doentes crônicos.
Os cães que combinam com jovens e adultos
O jovem normalmente adora modismos. Com os cães não é diferente. Se tempos atrás a moda era ter um pit bull, sua fama de brigão o fez perder o posto para o inglês border collie. Os cachorros desta raça são considerados muito inteligentes e dinâmicos, de acordo com o veterinário. Fora o border, as raças de médio porte costumam fazer a cabeça de adolescentes por não fazerem muita sujeira, serem fáceis de conviver e de levar para vários lugares. A praticidade dos médios também atrai adultos, que muitas vezes evitam raças grandes por terem filhos pequenos.
Para quem gosta de viajar com o animal (aventureiro)
Neste caso, para evitar mais trabalho além da acomodação do bicho, o veterinário recomenda ter cães de pelo curto. Além de soltar bem menos pelos, o animal com essa característica exala menos cheiro quando transpira do que os peludos. No caso de uma viagem longa, eles correm menos risco de sofrer com o calor. Exemplos não faltam: salsichinha, pinscher, boxer, fox paulistinha, pug, bulldog, pit bull, chihuahua.
Vale ressaltar que a lista é de recomendações. Como disse Sayegh, “o melhor cachorro para se ter em casa é o que a gente mais gosta. O importante é mostrar que todas as raças são boas e que podem se adequar a qualquer ambiente”.
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Chega de bafo !
Author :: APA Varginha
Date :: Fri 28/08/2009 @ 05:11
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Aquele cheirinho forte da boca de seu cãozinho não deve ser ignorado. O mau hálito é sinal de que há algo errado com a boca ou com o aparelho digestivo do animal.
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Uma das causas do mau hálito pode ser a placa bacteriana que se acumula sobre os dentes. A placa é composta por proteínas, células mortas e de descamação, saliva, restos de alimentos e, principalmente, bactérias que, através do processo de fermentação, produzem substâncias que são responsáveis por este terrível mau cheiro.
Por terem os dentes mais juntos, os cães de pequeno porte têm mais chances de serem afetados pelo problema.
O livro do médico veterinário canadense Bruce Fogle, The Complete Dog Care Manual, reúne algumas dicas muito úteis sobre o assunto. Preste bem atenção e não deixe mais seu amiguinho sofrer com o bafo de leão:
O tártaro e os restos de comida podem causar infecções na gengiva, ou gengivite, que muitas vezes é acompanhada por sangramentos. Neste caso, escovar os dentes do animal regularmente previne a formação do tártaro. Se o tártaro já estiver formado, o melhor é consultar um veterinário para uma raspagem.
Pode ocorrer também tumores que parecem caroços na gengiva. Então, é necessário que se avalie se o tumor é maligno ou não, devendo ser removido com cirurgia.
Em raças com boxers e bull terriers, entre outras, pode haver um crescimento proliferativo nas gengivas. Um problema hereditário que faz com que a gengivas cresçam em demasia, podendo até cobrir os dentes. Muitas vezes, só uma cirurgia pode solucionar o problema, mas antibióticos melhoram as infecções causadas pelo crescimento.
Longe de ser considerado tratamento de luxo, os cuidados bucais vêm complementar a lista de medidas preventivas para a saúde do animal, que também inclui: alimentação à base de ração de boa qualidade, vacinação completa e controle de parasitas, higiene do animal e do local onde vive, programa de exercícios, além de muito amor e carinho.
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Hora do banho.
Author :: APA Varginha
Date :: Fri 28/08/2009 @ 05:03
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A grana está curta? Não dá para bancar semanalmente o banho no pet shop? Não deixe seu amiguinho sujo e nem faça uma sessão de tortura caseira.
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Nos dias de hoje, não é sempre que se pode levar o seu lulu no pet shop para tomar um belo banho. Às vezes, o jeito é encarar um chuveiro em casa mesmo.
Então, se você vai se aventurar a embelezar seu amiguinho, preste atenção em alguns cuidados que evitarão que seu cão odeie o banheiro da sua casa:
Dê banho pela manhã.
Use água limpa e sabão ou shampu neutro.
Nunca use sabão de coco. Ele é alcalino e agressivo à pele do animal.
Não esqueça de proteger os ouvidos com bolas de algodão. Os ouvidos dos cães são muito sensíveis.
Use água morna. Se a água estiver quente demais, o animal pode ter estresse calórico, caracterizado por hemorragia pulmonar.
Não use banheira.
Use secador de cabelo em uma distância de 30 cm dos pelos. Cuidado com o barulho no ouvido.
Use uma escova de aço flexível para escovar o pêlo junto com o secador.
Limpe as orelhas com cotonetes com muito cuidado para não introduzi-los demais.
Após o banho, dilua 20ml de cloro em 20 litros de água e higienize o box. Espere secar para pisar com segurança.
EVITE:
Não faça a tosa higiênica, que limpa os pêlos da boca e dos genitais, em casa.
Evite também cortar as unhas. Deixe isso para ser feito no pet shop porque se cortar muito, pode provocar hemorragias.
Evite talcos que podem ser ingeridos ou inalados pelos cães.
Se o seu amiguinho não é muito chegado à água, aumente o intervalo de tempo entre os banhos de uma semana, ou dez dias, para duas semanas.
Faça do banho uma festa, brinque bastante com seu bichinho sem deixar cair água ou sabão na cara dele. E, principalmente, não bata no cão. Trate-o com carinho, senão a aversão à água pode aumentar.
Lembre-se:
Só dê banho no seu cachorrinho após o quarto mês de vida, depois de dadas todas as vacinas. Antes disso, faça a higiene com uma toalha umedecida em 10 litros de água morna, uma colher de sobremesa de álcool e outra de vinagre. Passe a toalha a favor e no sentido contrário aos pêlos e, em seguida, seque com secador. Com outra toalha, umedecida só em água morna, limpe os genitais.
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Bichoterapia
Author :: APA Varginha
Date :: Tue 02/06/2009 @ 09:43
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Bicho é tudo de bom !
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Pesquisas mostram que quem tem um animal de estimação gasta menos com médicos, previne problemas cardíacos e se recupera melhor de cirurgias. Em vários países, hospitais já admitem a presença deles para auxiliar no tratamento e elevar a auto-estima dos pacientes. Animais bem tratados e com atestado veterinário são aceitos nos hospitais e mesmo que o paciente esteja com a imunidade baixa, estes doentes correm mais risco de serem contaminados pelas pessoas que visitam do que pelos cães e gatos. Eles podem ser fator fundamental de cura para doenças físicas e emocionais, melhoram o bom humor e os relacionamentos.
Os animais ajudam crianças com problemas na escola, na reintegração de jovens desajustados, idosos e deficientes à sociedade. Famílias que têm bichinho de estimação têm a pressão sangüínea, os níveis de colesterol e o stress diminuídos. Os benefícios de possuir um amigo, além de nos manter mais saudáveis, unificam famílias em crise, em alguns casos, como já relataram psicoterapeutas familiares.
Para ter tudo isto, basta adotar um animalzinho, cuidar bem dele e respeitá-lo. Você nunca reparou como as pessoas que estão passeando com seus companheirinhos são alegres, comunicativas e sorridentes. E os donos responsáveis, que levam seus amigos para passear regularmente, ainda fazem exercício!
O uso de mascotes nas terapias pode ser uma opção para os países em desenvolvimento reduzirem gastos com saúde pública. Portadores de deficiência física e mental, delinqüentes juvenis, pessoas que sofreram abuso sexual e violência doméstica e presidiários estão entre os beneficiados, pois a terapia com animais não exige grandes investimentos. Os governos podem fazer economia investindo em campanhas de posse responsável, aumentando assim o respeito das pessoas para com os animais e diminuindo o número de abandonados. A Organização Mundial de Saúde criou a Declaração Bichos de Estimação na Escola, que enfatiza a necessidade de crianças conhecerem mais sobre os animais e de interagir com eles na sala de aula, criando um ambiente escolar estimulante e ajudando no desenvolvimento individual delas. A maioria dos países desenvolvidos tem programas assim e o projeto já se mostrou eficaz e benéfico.
Estudos provam que uma criança que convive com animais no primeiro ano de vida, pode ter menos riscos de desenvolver alergia. A exposição desde cedo estimula o sistema de defesa a criar formas de proteger o organismo contra substâncias que desencadeiam reações alérgicas.
As experiências da “bichoterapia” são impressionantes!
Fonte: Revista Claudia
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Como desinfectar as doenças contagiosas mais comuns
Author :: APA Varginha
Date :: Tue 02/06/2009 @ 09:18
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Algumas doenças demoram para serem erradicadas de um local. Em caso de contaminação aguarde para adotar outro animal.
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Parvovirose
É um dos vírus mais resistentes, podendo ficar no ambiente por meses e até por anos. A desinfecção do local só é conseguida com o uso freqüente e continuado de água sanitária 1 vez por semana, durante 1 mês.
Hepatite infecciosa canina
Pode sobreviver no ambiente desde por apenas alguns dias até meses, de acordo com o clima, ele é mais sensível ao calor. Devemos queimar o ambiente uma vez por semana , durante 1 mês para conseguirmos a morte do vírus
Coronavirus
É pouco resistente, podendo ser destruído por desinfetantes comuns; mas como às vezes não é realizado o diagnóstico diferencial entre ele e o parvovirus, aconselhamos a desinfecção do ambiente da mesma forma como a feita para o parvovirus.
Parainfluenza
Não sobrevive por muito tempo no ambiente, sendo destruído pelos desinfetantes comuns, com limpezas duas vezes por semana, por 2 semanas.
Cinomose
O vírus não é resistente aos desinfetantes comuns. Em locais de clima quente o vírus não sobrevive nem por uma semana no ambiente, após o animal infectado ter sido retirado. Nos climas mais frios ele pode permanecer por algumas semanas.
Raiva
Não resiste ao calor e aos desinfetantes comuns.
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