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Cachorro percorre 60 km e, após 1 ano e meio, volta ao antigo lar
Author :: APA Varginha
Date :: 五 16/07/2010 @ 05:17
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Ele tinha sido doado para uma família, mas voltou para seus antigos donos.
Vira-lata fugiu por portão que estava aberto e foi de Franca para Jeriquara
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Um vira-lata chamado Fred, que havia sido doado para uma família de Franca, a 400 km de São Paulo, percorreu 60 km durante um ano e meio e retornou ao seu antigo lar, em Jeriquara, também no interior da capital.
Assim que foi doado, Fred percebeu que aquela não era sua casa. Nem a comida farta e a companhia de outro cão o agradaram e, em apenas três dias, pulou a grade e fugiu pelo portão que estava aberto. Ninguém teve notícias do vira-lata durante um ano e meio, até que ele reapareceu na sua antiga casa.
Segundo a professora Patrocínia Silva Soares, dona do cão, todos ficaram emocionados. “Ele colocou as patinhas no muro e ficou olhando pra dentro de casa assim que chegou. Quando eu abri o portão sem falar o nome dele e ele entrou, o reconheci. As crianças ficaram sem acreditar, emocionadas”, disse.
O cão está mais magro, mas, apesar de fraco, continua esperto e já chegou a fugir de casa novamente, mas sempre volta.
Para o veterinário Daniel Paulino Júnior, uma das explicações para o retorno de Fred é que o animal tem uma memória mais avançada do que os humanos para sons e cheiros. “Ele deve ter sido alimentado de restos de comida durante todo o tempo que ficou na rua. Também deve ter passado frio e sede. Na verdade, ele sobreviveu só para encontrar sua família”.
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Cuidado com os animais durante a Copa do Mundo
Author :: APA Varginha
Date :: 一 14/06/2010 @ 02:22
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Fogos de artifício são responsáveis por acidentes com animais de todas as espécies, porém os mais atingidos são os cães, gatos e pássaros.
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Além das festas de fim de ano, juninas e outras comemorações, temos ainda como momentos mais críticos a Copa do Mundo e outras competições esportivas mais expressivas. É grande o número de fugas e desaparecimentos, atropelamentos, ataques (investidas contra os próprios donos e outras pessoas), brigas com outros animais com os quais convivem, mutilações em grades e portões, enforcamentos com as próprias coleiras, afogamentos em piscinas, quedas de andares e alturas superiores, aprisionamentos indesejados em porões e em lugares de difícil acesso, paradas cardiorespiratórias, etc.
Em pânico o animal desorientado entra em desarmonia com o ambiente, e quando se trata de cães de grande porte, passa a ser também perigoso para as pessoas e outros animais.
Procure se antecipar a isso garantindo condições mínimas de segurança, evitando ambientes conturbados e barulhentos (desde antes do espocar dos fogos), transmitindo ao animal paz e tranqüilidade e a sensação de que tudo está bem e sob controle.
Reações de medo, susto e espanto por parte do(s) dono(s) e/ou outras pessoas, podem deixá-los inseguros e agressivos (ou com essas características de liderença) em busca do controle da situação. Cães são lobos domesticados e por natureza respeitam um líder. Não havendo este líder, ele (o seu, ou qualquer animal) poderá buscar assumir essa posição. Situações de descontrole e desordem são propicias para isso. A voz de comando é o exemplo claro de liderança do dono (homem) sobre seu animal.
Quanto aos acidentes, as conseqüências são sérias mutilações e ferimentos, o aumento de animais perdidos nas ruas (vindo a somar com os que já são animais de rua), o que é um grave transtorno para aqueles que se dedicam a trabalhar com a causa), além é claro, da dor da perda definitiva de um animal estimado.
Tudo isso pode ser evitado com prudência, atenção e um pouco de boa vontade.
Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos que podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos, assim como calmantes naturais que apresentam resultado bastante eficiente para os animais que historicamente apresentam o estresse. Mas cuidado ao colocar tampões nos ouvidos dos animais de forma que consiga tirá-los sem dificuldade. (consulte o veterinário)
Mantenha seu animal preso em local seguro durante os jogos do Brasil.
PRATIQUE A POSSE RESPONSÁVEL DE ANIMAIS!
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Chuvas: Abandonados, animais também sofrem com as perdas
Author :: APA Varginha
Date :: 二 13/04/2010 @ 02:17
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À procura de um novo dono em Niterói
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À deriva numa imensidão de lama, destroços e casas vazias, o latido rouco e o olhar perdido dos cachorros que sobreviveram aos desmoronamentos da semana passada chamam a atenção. Abandonados por donos que tiveram de deixar a casa às pressas ou morreram, os bichos dependem da caridade alheia.
Um desses cães foi mostrado anteontem pelo Extra. Resgatado por bombeiros no Bumba, em Niterói, o pequeno vira-lata foi entregue ao pintor Ubiraci Francisco Guimarães, de 48 anos, morador do morro que se afeiçoou e promete cuidar dele, caso os donos não apareçam:
— Não sei quem é o dono, talvez tenha morrido. Se não aparecer, eu cuidarei, porque me apeguei a ele.
Ubiraci mora no alto do Bumba, numa área que, segundo ele, não corre risco de desmoronar. Perto desse trecho, ao longo das casas interditadas, lugar meio cidade fantasma, meio vale de lágrimas, diversos cachorros foram abandonados. Um deles, preso a uma coleira, está rouco de tanto latir.
No Bairro de Fátima, na região central de Niterói, o drama se repete com quatro cachorros, cuja dona morreu num desmoronamento. Perdidos, rondam há uma semana o monte de lama e entulho que restou da casa em que moravam, talvez numa última demonstração da conhecida fidelidade
Doação para cães
Diante do problema dos animais abandonados, a Prefeitura de Niterói começou uma campanha para arrecadar doações para os bichos de estimação que pertencem às famílias abrigadas. Muitos deles estão sendo deixados para trás pelas vítimas dos deslizamentos por falta de condições para mantê-los.
O objetivo é estimular os desabrigados a resgatar cães e gatos do cenário da tragédia e levá-los para os abrigos, onde receberão comida e cuidados de saúde. Entre os itens mais necessários, estão ração, medicamentos e potes para servir comida e água.
No Rio, o presidente da Comissão dos Direitos dos Animais da Câmara Municipal, vereador Carlos Eduardo, criticou a falta.
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Fim do verão: como livrar seu pet de pulgas e carrapatos
Author :: APA Varginha
Date :: 五 09/04/2010 @ 11:41
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O calor se vai e deixa para trás pets infestados de pragas. Livre seu bicho desse mal
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Mal acabou o verão e os donos de bichos de estimação descobrem que a estação trouxe visitas indesejadas: as pragas. O calor propicia a proliferação de pulgas e carrapatos – e as chuvas, de insetos. Além disso, o deslocamento dos bichos para ambientes diferentes daquele em que vivem, como hotéis, praias ou sítios, aumenta a incidência de infestações.
A pulga, o inimigo mais comum dos bichos de estimação, eclode do ovo com as altas temperaturas. Carrapatos também ficam mais ativos com o calor, quando seu ciclo de vida acelera: o tempo de muda reduz, e, em cada fase do ciclo, a praga precisa se alimentar, infestando os animais domésticos.
Além de processos alérgicos, lesões por traumatismo e infecções de pele, essas pragas, quando não tratadas, podem detonar problemas mais sérios. É o caso dos mosquitos, também comuns nessa época: eles costumam depositar ovos na pele dos bichos, liberando larvas que comem o tecido do animal e podem transmitir doenças fatais como a dirofilariose, parasita do coração, e a leishmaniose, transmitida de cão para cão pelo flebótomo, ou mosquito-palha.
“Os carrapatos são vetores de rickettsias, parentes da conhecida febre maculosa, que parasitam o sangue e podem levar o animal à morte”, diz Karla da Cunha Pedrozo, veterinária da Pet Center Marginal, onde a procura por fórmulas antipulgas e anticarrapatos cresce 50% nos meses mais quentes. “Já as pulgas podem transmitir vermes. E como se alimentam do sangue do bicho, no caso de uma infestação maciça o deixam debilitado, às vezes com anemia intensa.”
Contra-ataque
Há várias maneiras de proteger seu bicho das pragas domésticas ou, se o estrago já estiver feito, armar uma ofensiva rápida e eficaz. A primeira recomendação é aplicar ou atualizar o produto antiparasitas. “O ideal é usar produtos com alto poder residual, como coleiras, sprays ou as pipetas”, diz Karine Raile Rocha, veterinária da Cobasi. As doses são indicadas de acordo com o peso do bicho, e o tempo de cada aplicação pode variar de um a seis meses, reforçada ao final desse período. Os próprios donos podem fazer a aplicação em casa.
Embora populares no mercado, xampus antipulgas, anticarrapatos e sua versão contra moscas, à base de citronela, precisam ser associados a produtos mais fortes, como o Frontline, para agir com eficácia. “O poder residual do xampu, em geral, é muito baixo. É apenas uma forma de auxiliar na eliminação da praga”, explica Karine.
Os banhos antiparasitários podem ser administrados toda semana, em casa ou no pet shop. Os xampus não oferecem riscos ao bicho ou ao proprietário. Só não use produtos destinados a outros animais como bovinos e cavalos, pois podem ser tóxicos.
Os recentes alagamentos que deixaram São Paulo submersa favorecem ainda a transmissão de leptospirose, bactéria transmitida pela urina de ratos e que pode contaminar humanos e cães. “A vacinação contra ela deve ser realizada em consultório veterinário. Gatos não precisam desse tipo de prevenção”, continua a veterinária.
Não tem cão nem gato e acha que está livre das pragas de verão? Nem sempre. Elas também atacam as aves. As mais comuns são piolhos, que devem ser tratados com piolhicidas. Furões e derivados também podem ser infestados por pulgas e carrapatos – prevenção e tratamento são iguais aos dos pets mais populares.
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Alunas do Colégio Santos Anjos e a Apav
Author :: APA Varginha
Date :: 四 25/03/2010 @ 08:41
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Alunas escolhem a APAV para apresentar trabalho.
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As alunas se reuniram com Andreia Vilela, voluntária da Apav, para conhecer um pouco mais sobre a Associação, sua fundação, suas necessidades e sua importancia não só para a Proteção Animal, mais também Meio Ambiente e Saude publica.
Beijus meninas!
Em nome dos peludinhos abandonados de Varginha.
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