|
|
Cão, nosso aliado
Author :: APA Varginha
Date :: Mon 14/03/2011 @ 01:22
|
|
|
Cães fazem com que as crianças se tornem mais ativas.
read article
Segundo um estudo realizado no Reino Unido, os pequenos cujas famílias têm cães são muito mais ativos. Os investigadores da Universidade de Londres avaliaram mais de duas mil crianças com nove e dez anos e verificaram que aquelas que convivem com cães apresentam maiores níveis de atividade física. De acordo com a equipe, ter um cão encoraja as crianças a se mexerem mais, o que ajuda no combate à obesidade.
A equipe, liderada por Christopher Owen, professor de epidemiologia, usou monitores para anotar os movimentos diários de crianças de 78 escolas em Londres, Birmingham e Leicester, ao longo de sete dias. Do total de participantes, cerca de 200 (10%) tinham cães. E os resultados, publicados na revista American Journal of Public Health, mostraram que as crianças com cães passam, em média, 325 minutos praticando atividade física por dia.
Além disso, as crianças gastam ainda menos 11 minutos em comportamentos sedentários todos os dias. Ao fim do mês, o valor supera os 300 minutos.
“O estilo de vida mais ativo das crianças com cães é realmente interessante”, diz Christopher Owen. “Mas será que ter um cão torna as pessoas mais ativas ou são as mais ativas que escolhem ter um cão? É quase como a pergunta de quem apareceu primeiro, se a galinha ou o ovo. São necessários estudos a longo prazo para responder à questão, mas a resposta pode ter um pouco dos dois”, acrescenta.
De acordo com Owen, outros estudos já tinham apontado no sentido de que as famílias que adquirem cães tornam-se mais ativas. “A novidade deste estudo é provar que o mesmo acontece com as crianças”.
Fonte: ANDA / Destak
Fechar Artigo
|
|
|
|
|
|
|
Animais em circo?
Author :: APA Varginha
Date :: Mon 14/03/2011 @ 01:00
|
|
|
...não tem graça, saiba da realidade.
read article
Os animais de circo levam surras diárias, ficam sobre seus próprios excrementos, até que seu “espírito seja quebrado” e passem a obedecer. Estão sujeitos aos clássicos instrumentos de “treinamento”: choques elétricos, chicotadas, privação de água e comida.
Ficam confinados sem as mínimas condições de higiene, sujeito à diversas doenças, não têm férias nem assistência veterinária adequada e são obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de quilômetros sem descanso etc...
Elefantes vivem em grupos na natureza e são extremamente inteligentes. Ficam de luto por seus mortos e são capazes de reconhecer um familiar, mesmo tendo sido separados deles quando filhotes. Sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza elefantes andam dezenas de quilômetros diariamente. No circo eles permanecem acorrentados o tempo inteiro. Mexer constantemente a cabeça é uma das características de neurose de cativeiro.
Os grandes felinos são acorrentados. São dominados pelo fogo e pelo chicote, golpeados com barras de ferro e queimados na testa, pelo menos, uma vez na vida, para que não se esqueçam da dor. Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas. Passam, a maior parte de suas vidas, dentro de pequenas jaulas.
Os ursos têm o nariz quebrado durante o treinamento, têm garras e presas arrancadas, suas patas são queimadas, para forçá-los a ficar sobre duas patas, são obrigados a pisar em chapas de metal incandescente ao som de uma determinada música. No picadeiro eles parecem dançar, mas estão lembrando da tortura. Alguns ursos se auto mutilam, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas.
Os macacos apresentam o mesmo comportamento de crianças que sofrem abusos. Apanham para obedecer e obedecem apenas por medo. Os dentes são retirados para que os animais possam ser fotografados junto às crianças.
Fonte: PEA
Fechar Artigo
|
|
|
|
|
|
|
Pragas? Aprenda como combate-las
Author :: APA Varginha
Date :: Mon 14/03/2011 @ 12:38
|
|
|
O calor se vai e deixa para trás pets infestados de pragas. Livre seu bicho desse mal!
read article
Mal acabou o verão e os donos de bichos de estimação descobrem que a estação trouxe visitas indesejadas: as pragas. O calor propicia a proliferação de pulgas e carrapatos – e as chuvas, de insetos. Além disso, o deslocamento dos bichos para ambientes diferentes daquele em que vivem, como hotéis, praias ou sítios, aumenta a incidência de infestações.
A pulga, o inimigo mais comum dos bichos de estimação, eclode do ovo com as altas temperaturas. Carrapatos também ficam mais ativos com o calor, quando seu ciclo de vida acelera: o tempo de muda reduz, e, em cada fase do ciclo, a praga precisa se alimentar, infestando os animais domésticos.
Além de processos alérgicos, lesões por traumatismo e infecções de pele, essas pragas, quando não tratadas, podem detonar problemas mais sérios. É o caso dos mosquitos, também comuns nessa época: eles costumam depositar ovos na pele dos bichos, liberando larvas que comem o tecido do animal e podem transmitir doenças fatais como a dirofilariose, parasita do coração, e a leishmaniose, transmitida de cão para cão pelo flebótomo, ou mosquito-palha.
“Os carrapatos são vetores de rickettsias, parentes da conhecida febre maculosa, que parasitam o sangue e podem levar o animal à morte”, diz Karla da Cunha Pedrozo, veterinária da Pet Center Marginal, onde a procura por fórmulas antipulgas e anticarrapatos cresce 50% nos meses mais quentes. “Já as pulgas podem transmitir vermes. E como se alimentam do sangue do bicho, no caso de uma infestação maciça o deixam debilitado, às vezes com anemia intensa.”
Contra-ataque
Há várias maneiras de proteger seu bicho das pragas domésticas ou, se o estrago já estiver feito, armar uma ofensiva rápida e eficaz. A primeira recomendação é aplicar ou atualizar o produto antiparasitas. “O ideal é usar produtos com alto poder residual, como coleiras, sprays ou as pipetas”, diz Karine Raile Rocha, veterinária da Cobasi. As doses são indicadas de acordo com o peso do bicho, e o tempo de cada aplicação pode variar de um a seis meses, reforçada ao final desse período. Os próprios donos podem fazer a aplicação em casa.
Embora populares no mercado, xampus antipulgas, anticarrapatos e sua versão contra moscas, à base de citronela, precisam ser associados a produtos mais fortes, como o Frontline, para agir com eficácia. “O poder residual do xampu, em geral, é muito baixo. É apenas uma forma de auxiliar na eliminação da praga”, explica Karine.
Os banhos antiparasitários podem ser administrados toda semana, em casa ou no pet shop. Os xampus não oferecem riscos ao bicho ou ao proprietário. Só não use produtos destinados a outros animais como bovinos e cavalos, pois podem ser tóxicos.
Os recentes alagamentos que deixaram São Paulo submersa favorecem ainda a transmissão de leptospirose, bactéria transmitida pela urina de ratos e que pode contaminar humanos e cães. “A vacinação contra ela deve ser realizada em consultório veterinário. Gatos não precisam desse tipo de prevenção”, continua a veterinária.
Não tem cão nem gato e acha que está livre das pragas de verão? Nem sempre. Elas também atacam as aves. As mais comuns são piolhos, que devem ser tratados com piolhicidas. Furões e derivados também podem ser infestados por pulgas e carrapatos – prevenção e tratamento são iguais aos dos pets mais populares.
Fechar Artigo
|
|
|
|
|
|
|
Maus-tratos contra animais é crime!
Author :: APA Varginha
Date :: Mon 14/03/2011 @ 12:36
|
|
|
Saiba mais sobre a Lei Federal 9.605/98 - dos Crimes Ambientais, pois quem não denuncia é mais um coadjuvante.
read article
Exemplos de Maus-Tratos
- Abandonar, espancar, golpear, mutilar e envenenar;
- Manter preso permanentemente em correntes;
- Manter em locais pequenos e anti-higiênicos;
- Não abrigar do sol, da chuva e do frio;
- Deixar sem ventilação ou luz solar;
- Não dar água e comida diariamente;
- Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
- Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força;
- Capturar animais silvestres;
- Utilizar animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;
- Promover violência como rinhas de galo, farra-do-boi etc..
Outros exemplos estão descritos no Decreto Lei 24.645/1934, de Getúlio Vargas.
Lei Federal 9.605/98- dos Crimes Ambientais
Art. 32º
Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.
Lembre-se:
01) Fotografe e/ou filme os animais vítimas de maus-tratos. Provas e documentos são fundamentais para combater transgressões.
02) Obtenha o maior número de informações possíveis para identificar o agressor: nome completo, profissão, endereço residencial ou do trabalho.
03) Em caso de atropelamento ou abandono, anote a placa do carro para identificação no Detran.
04) Peça sempre cópia ou número do TC e acompanhe o processo.
05) É extremamente importante processar o infrator, para que ele passe a ter maus antecedentes junto à Justiça.
06) Não tenha medo de denunciar. Você figura apenas como testemunha do caso. Quem denuncia, na prática, é o Estado.
Fonte: PEA
Fechar Artigo
|
|
|
|
|
|
|
Calor pode matar seu cachorro
Author :: APA Varginha
Date :: Thu 09/12/2010 @ 02:32
|
|
|
Se você anda incomodado com o calor lá fora, imagine o seu amigo de quatro patas com toda aquela camada de pelos? “Os cachorros não transpiram pela pele como os humanos”, explica o diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani. “Eles perdem calor pela respiração e transpiram pelos coxins plantares (localizados na sola das patas) e pelas narinas. Como essa área é muito pequena em relação à extensão do corpo, ela é insuficiente para manter a temperatura corpórea próxima da temperatura normal”, explica o diretor clinico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani.
read article
Segundo o médico veterinário, quando o cão é exposto a altas temperaturas, ou a estresses e atividades intensas em dias muito quentes, sua temperatura interna pode ultrapassar os 40ºC e é aí que o cachorro pode apresentar hipertermia, quadro que pode provocar convulsões, diarréia, vômitos e levar à morte.
Os sintomas da hipertermia são: respiração ofegante, hipersalivação, temperatura acima de 40°C, mucosas avermelhadas, taquicardia, arritmias cardíacas, vômitos, muitas vezes com sangue, diarréias também com sangue, manchas e hematomas dispersos pelo corpo, alterações mentais, convulsões, tremores musculares, dificuldade de locomoção e falta de coordenação motora, diminuição ou ausência da produção de urina, coma e parada cardiorrespiratória. “A hipertermia é uma condição gravíssima que requer tratamento médico imediato. Uma vez que os sinais clínicos desse quadro são identificados, existe um tempo extremamente curto para ser revertido, diz Quinzani.
Independente da raça, todos os cães estão predisposto a essa patologia se submetidos a condições ambientais desfavoráveis de calor e umidade. Porém, cães com focinhos curtos como bull dog, boxer, pug, lhasa apso, shi tsu, boston terrier entre outros, estão mais suscetíveis ao problema. “Anatomicamente já são desfavorecidos de um aparelho ‘refrigerador’ adequado”, explica o veterinário.
Emergência: saiba como proceder
Aos primeiros sinais clínicos de hipertermia o animal deve ser retirado imediatamente do ambiente quente, colocado sob refrigeração ou ventilação adequada. “Molhar o animal com um borrifador e toalhas frias também auxilia no processo de refrigeração. Porém, não se deve submergir o animal em água fria, pois isso leva a vasoconstrição periférica dificultando ainda mais a dispersão de calor. É preciso também procurar imediatamente um médico veterinário”, diz Quinzani.
Confira as dicas preventivas:
1. Evite passeios e esforços físicos em dias quentes e úmidos.
2. Não deixe o animal preso dentro do carro, mesmo com vidros abertos.
3. Não deixe o animal em ambientes fechados ou sem acesso à sombra e água fresca.
4. Não dê banhos com água quente e secadores quentes no verão.
5. Não submeta o animal a situações de estresse psicológico que o deixe ofegante por medo ou insegurança.
6. Evite esforços ou condições desfavoráveis para animais obesos ou que tenham anatomicamente alguma dificuldade respiratória.
7. Evite a contenção forçada do animal e uso de focinheira em ambientes quentes e fechados.
Fechar Artigo
|
|
|
|
|
|